Cologne: o que é isso?

(Texto: Jamille Pinheiro)

Cologne é a tradução em inglês de “Köln”, nome de uma cidade alemã. Em português: Colônia.

Sabe Chicago house e Detroit techno? Bom, Köln/Cologne/Colônia também tem um som tradicionalmente associado à cidade. É o que chamamos de novo techno minimal. As características principais vêm de 3 selos básicos: Profan, Studio 1 e Kompakt.

Nunca houve bafafá tão animado sobre o techno minimal no Brasil – nada além do eco de uma tendência generalizada chegando � s nossas pistas. Atrasado, mas chegando.

Em meados dos anos noventa, muito antes de tantos cases migrarem para o lado minimal da força, falar neste som era fazer clara referência a três núcleos básicos. Primeiro Detroit, com graças a pioneiros de primeira (Juan Atkins, Derrick May, Kevin Saunderson) e segunda leva (Carl Craig, Jeff Mills, Robert Hood, Richie Hawtin etc.). Também Berlim, pelo techno dubby e introvertido do Basic Channel e do seu sucessor, Chain Reaction.

Agora, � beira de 2005, se falamos sobre minimal na mídia ou em rodas de conversa, evocamos de imediato tudo que a estética sonora de Köln (Alemanha) – terceiro núcleo em questão, cuja raiz básica é o lendário trio de selos Studio 1, Profan e Kompakt – tem inspirado nos últimos anos.

Minimal dançante, afinal, virou sinônimo de escola de Köln e tomou o mundo pelas mãos de DJs como Ricardo Villalobos, Michael Mayer e Richie Hawtin. Mas, como já fica claro, é bem verdade que não apareceu ontem nem anteontem.

Leia matéria na íntegra: http://rraurl.com/cena/entrevista.php?rr_entrevista_id=1177

Em São Paulo muita gente está tocando. Chegou via o festival Sónar e pelas festas No Hay Banda, Mínima, Motronic e Magiclick. Na Europa, então, nem se fala. Já ficou até velha a história por lá, pelas mãos de gente como Villalobos, Reinhard Voigt, Steve Bug e Michael Mayer.

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