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Posted 3 weeks, 4 days ago at 7:18 pm. 0 comments

Um DJ set é um conjunto de músicas em seqüência, mixadas umas às outras pelo DJ. As músicas, em geral, são produções de terceiros. O trabalho do DJ consiste em escolhê-las, ordená-las e executá-las, passando de uma para a outra através das técnicas de mixagem, ao vivo ou em estúdio. Confira alguns DJ sets candangos que estão saindo do forno:
Bell Mesk - DJ set com set list!!! (a relação e ordem das músicas usadas), no Tuntistun
Marçal – DJ set Techno – aqui
Komka - nova faixa “the call” // novo remix “chasing sirens” // DJ set “mix de junho” – no www.myspace.com/komka
Marcus Santz www.myspace.com/djmarcussantz – dJ Set July - http://www.zshare.net/audio/145877268475b73e/ # http://www.zshare.net/audio/1458906726ed0278/
Loghan – DJ set Weird Winter 1 e DJ set Weird Winter 2, também no Tuntistun
Hopper - DJ set gravado no The Edge.
Posted 2 months ago at 4:18 pm. 0 comments

Dúvidas sobre como ouvir ou copiar um set no Function! Podcast?
- Para ouvir no site: clicar no play, ou em “hide player”.
- Clicando em “play in popup” você pode sair da página e a música continua sendo executada no tocador pop up enquanto você navega pela internet
- Para baixar o set para o seu computador clique com o botão esquerdo do mouse em “download” , “salvar link como…” e indique a pasta em que o arquivo será salvo (em mp3 64 kbps).
- Cadastrando o Function! Podcast em seu iTunes, os sets são baixados automaticamente para seu computador assim que disponibilizados
- Para baixar sets em 320 kbps ou aqueles que já sairam do nosso servidor, adicione o user “function” no seu soulseek.
Posted 9 months, 1 week ago at 3:03 am. 1 comment
Texto de Cláudia Assef, para DJMAG
http://www.djmag. com.br/Edicoes/ 2/artigo64913- 1.asp

Com um belo arsenal de DJs locais, um fluxo intenso de DJs internacionais de qualidade e algumas dezenas de clubes com infra-estrutura decente, o Brasil tem hoje um bom leque de opções para quem gosta de música eletrônica dos mais variados gêneros. Do minimal techno ao psytrance, as muitas subdivisões da música de pista foram ganhando corpo e uma audiência cativa nos clubes e festas que acontecem pelo país afora. Mas já houve um tempo em que praticamente qualquer tipo de música eletrônica era chamado de techno. “Era uma forma genérica de falar. As pessoas usavam o termo pra qualquer estilo de música eletrônica, menos house. Então, qualquer faixa que tivesse uns bleeps era techno”, lembra o DJ Mau Mau, um dos maiores expoentes do gênero no país.
Mesmo usado de forma imprecisa, o termo começou a ser ouvido no início dos anos 90, saído da boca de alguns poucos iniciados. “Lembro de estar no [clube] Nation, em 88, e, no meio de uma leva de discos que tinha chegado, estava a clássica coletânea Techno: The New Dance Sound of Detroit. Tirando ‘Big Fun’, do Inner City, o material era bem alienígena para nossos ouvidos virgens. Techno era um som bem estranho”, recorda Camilo Rocha, que na época nem pensava em ser DJ, mas já estava metido com a incipiente cena eletrônica paulistana. “A partir daquela época, sempre ouvi coisas sendo chamadas de techno, boa parte das vezes sons bem pop, como Technotronic e 2Unlimited. Em 1991, tanto Prodigy e Altern 8 como o hardcore eram techno para a maioria das pessoas ligadas em dance music”, completa o DJ e jornalista.
“Sem internet e com raras lojas onde era possível comprar discos e revistas importadas, era realmente difícil acompanhar as novidades do mundo da música eletrônica naquela época”, diz o DJ Renato Lopes, outro que foi “professor” de muita gente. Mas eles fuçavam, né? E encontravam discos e revistas, como a inglesa Melody Maker, para comprar na Bossa Nova, lendária loja de discos na rua 7 de Abril, centrão de São Paulo, onde o DJ Magal era vendedor.
Continue Reading…
Posted 1 year, 2 months ago at 4:58 pm. 0 comments

A exemplo da house de Chicago e do techno de Detroit, a profusão de selos e artistas na cidade de Colônia (Köln, em alemão; Cologne, em inglês) gerou a denominação de Köln para o minimal techno produzido e influenciado por essa turma.
O minimal techno cerebral e dançante tomou o mundo pelas mãos de DJs como Villalobos, Reinhard Voigt, Steve Bug e Michael Mayer. Claro, o estilo não apareceu ontem… Profan, Studio 1, Kompakt e BPC foram selos fundamentais para o movimento, que se espalhou e exerce enorme influência no que é produzido hoje.
Em meados dos anos noventa, muito antes desse hype, falar neste som era fazer clara referência a três núcleos básicos. Primeiro Detroit, com os pioneiros da primeira (Juan Atkins, Derrick May, Kevin Saunderson) e segunda leva (Carl Craig, Jeff Mills, Robert Hood, Richie Hawtin etc.). E também Berlim, pelo techno dubby e introvertido do Basic Channel e do seu sucessor, Chain Reaction. Leia a ótima matéria do rraurl para saber mais.
O “novo minimal” (köln, beats and cliks, electrominimal ou como queira chamar…), cuja referência inicial seriam os “plings” do deus canadense Richie Hawtin, reafirmou a Alemanha como pólo gerador de artistas e tendências e abriu novos horizontes para os produtores. Música bem produzida, com bpm baixo, muito sintetizador e elementos atmosféricos.
Uma nova (sub)vertente do estilo (nem vou discutir a classificação vertente, estilo etc senão ficamos só nisso), ou como queira, chamada de “neotrance” surgiu com força total em 2005. Minimal melódico de estilo tranceado (pela pegada viajante), com timbres e levadas influenciados pelo progressive e pelo tech-house e synths de electro.
Muitos torceram o nariz. Normal. Alguns, porque detestam rótulos. Outros pois vêem aí um direcionamento comercial. Ou não concordam com a classificação. Só ter a palavra trance no meio já é motivo de discussão e não agrada nem tranceiros nem seus detratores.
No início de 2006, após o Skol Beats, em after no D-Edge, Sven Vath fez um set de oito horas do que chamou neotrance. O produtor e DJ Marcelinho CIC faz uma observação interessante na lista de discussão do rraurl: “O remix para esta faixa [Music Please, pelo ELP Medien & Verlags] é do David Keno, produtor que Hawtin e Villalobos gostam. Já tem uma pegada diferente. Tenho recebido encomendas de selos e eles não estão querendo tanto techno-groove-loopado. Querem uma linha atmosférica e minimal com synths de electro. Não é meu gosto, mas como produtor faço porque vou me adaptando ao mercado. Mesmo assim, não deixei de lado o techno groove “.
A bandeira foi fincada definitivamente no Brasil, mais especificamente no litoral baiano, no Universo Paralelo, na virada de 2006 para 2007. A pista alternativa do festival foi a consolidação de um movimento de aproximação do trance com o minimal que já vinha acontecendo nos line-ups. O namoro tem dado frutos e em Brasília, pode-se dizer, acontecem até raves de minimal… Festas trance com pistas “alternativas” são cada vez mais comuns.
Comenta-se que o retorno do som “menos bombante” foi reflexo da diminuição do público jovem nas festas, arrebanhados pelo rock,hip-hop, indie e afins. Li que em lugares como Berlim e Londres, a faixa etária nos clubs subiu para a média dos 30 anos. E parece cansada da bombação, preferindo uma viagem mais calma.
Claro, já há um movimento dos cansados dessa viagem calma e buscando algo mais pulsante. Já começam a chamar o minimal “bleep-bleep” de goteira… É a roda girando. Dizem que o próximo hype é o retorno triunfal da house music. Bem, house music is never dead…
Até lá, techneiros escorregam para o minimal e electro-house. DAVE The Drummer e Pounding Grooves estão gravando electro-house. Murphy, em parceria com Christhian Fischer lançou o ótimo Minimonster pela Definition Records. O Chile de Luciano mostrou que a América do Sul entende do riscado e até nós brazucas temos nosso (sensacional) mega-sucesso, Gui Boratto.
O Function Podcast, com os sets “+ou- minimal”, trouxe e continua trazendo nomes, selos e músicas essenciais para o movimento. Que, como o electro (o antecedente), está respingando em tudo e todos. Transformando e sendo transformado.
Outras infos:
http://www.rraurl.com/forum/index.php?showtopic=29334
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u66692.shtml
http://www.lastfm.pt/group/deephouse/journal?action=display&entryid=385312
Posted 1 year, 5 months ago at 1:51 pm. 0 comments
Mainstream - é o pensamento corrente da maioria da população. Este termo é muito utilizado relacionado s artes em geral (música, literatura etc).
Underground - cultura alternativa ou marginal focada principalmente para as transformações da consciência, dos valores e comportamento, na busca de outros espaços e novos canais de expressão para o indivíduo e pequenas realidades do cotidiano.
Podcasting – uma junção das palavras iPod (aparelho que toca arquivos digitais em MP3) e broadcasting (transmissão de rádio ou tevê). Assim, podcast são arquivos de áudio que podem ser acessados pela internet. Estes áudios podem ser atualizados automaticamente mediante uma espécie de assinatura (subscrição). Os arquivos podem ser ouvidos diretamente no navegador ou baixados no computador.
(Fonte: Wikpédia)
Posted 1 year, 6 months ago at 1:10 pm. 0 comments
Nos anos 80, influenciados diretamente pelo Kraftwerk, grupo alemão que fazia música usando computadores, os produtores se dedicavam também ao som quebrado do eletrofunk, e não só ao som reto do techno e da house de Chicago e Detroit. Nascido da ressaca do Punk Rock, o electro é bastante caracterizado também por timbres típicos dos sintetizadores analógicos que foram populares nessa década. São timbres que lembram sons de vídeo-games.Do Kraftwerk podemos citar a música “Numbers” - um electrofunk, antes mesmo dele existir conceitualmente.
Mas é em 1982, com “Planet Rock“, que Afrika Bambaataa e seu grupo The Soulsonic Force junta as batidas usadas pela proto-hip-hop (o rap inicial) com enxertos da música de Kraftwerk, definindo o electro como gênero. Pela Virgin Records, na época, sai então a primeira e histórica coletânea do estilo: Booming On Pluto: Electro For Droids, organizada pelo músico David Toop.
O estilo cresceu primeiro em Nova York por conta da intensa cultura de rua, advinda da cena Hip Hop, e logo em seguida se espalhou por Los Angelis e Miami - com o sucesso de “Planet Rock”. Outros grupos como Information Society, Visage, Depeche Mode e Human League (e artistas como Ryuichi Sakamoto) traziam faixas quebradas em seus vinis, referenciadas no funk eletrônico.
Já nos anos 90, o Eletro vai sofrendo transformação e fica mais dark, saído principalmente de Detroit, com linhas de baixo potentes ( s vezes chamado de “electro-bass” ou “techno-bass”). À frente dessa nova produção estavam Aux 88, o projeto Drexciya e o selo UR - Undreground Resistence, em que o techno e o eletro estão bem presentes mostrando os dois caminhos do que hoje podemos chamar de “old school”.
No início dos anos 2000, partindo dos Estados Unidos (NY) e Europa (Berlim), surge o electroclash (nome original de um festival organizado pelo Dj Lary Tee em NY), um electro revitalizado. Em contato com o rock e com a moda, com ares de glamour, decadência, futurismo e sexo, o electro, fashionista e fazendo pose, toma o mundo de assalto. Os ícones desse resurgimento são Larry Tee, Miss Kittin, Dj Hell, Tiga, a gravadora Gigolo Records…
O electro vai mexer com tudo e todos, numa influência que se mantém até hoje. As produções, de todos os estilos, passam a abusar dos timbres metálicos, robóticos e quebrados do electro. Novas subdivisões são criadas, como o electrohouse, que segue forte até hoje.
O electrohouse é um subgênero da house music que mescla os elementos do electro primórdio com os da house music atual. Um dos principais estilos da música eletrônica em 2004-6, utiliza das batidas de 4/4 e o tempo moderado da house (por volta de 125 bpm) e adiciona harmoniosamente bases analógicas ricas, o piano da old-school ou o riff ocasional da corda. Caracteriza-se pelos graves fortes, melódicos, a batida da house e alguns elementos de psicodelia. Podemos citar como exemplos do estilo: Tiga, Eric Prydz aka Cirez D, Scissor Sisters, Scratch Massive, Tiefschwarz, entre outros.
O soulseek, discogs e o google astão aí para vocês cohecerem mais…
Posted 1 year, 8 months ago at 7:19 am. 0 comments
# O termo techno é freqüentemente utilizado erroneamente para descrever todas as formas de música eletrônica. Na verdade, trata-se de um dos gêneros de música eletrônica, criado nos meados dos anos oitenta por um trio de amigos de Detroit: Juan Atkins, Derrick May e Kevin Saunderson.
# A principal influência foi a música européia feita em computadores, como a do Kraftwerk. A house music, além de influenciar os três amigos, também foi influenciada pelo techno. Atkins acredita que os primeiros produtores de acid house, buscando distanciar a house da disco, se inspiraram no techno que, na maioria das vezes, não evidencia o chamado “clap” (som de palma batendo) junto s batidas.
# Com a mesma estrutura básica da house, mas com batida mais acelerada (voltada quase que sempre para as pistas de dança) e certa ausência de vocais (praticamente fundamentais ao house), o techno gerou uma estranheza nas pessoas e a rejeição das grandes gravadoras, fazendo dele um produto altamente “undergound”. Visto como uma expressão da angústia pós-industrial, o estilo também tomou por orientação temas high-tech e de ficcção científica.
# Locais como centros de atividades de igrejas, galpões abandonados e auditórios foram as primeiras localizações aonde o público (na sua maioria menores de idade) se reuniam e onde o estilo e a forma musical do techno foram definidos. Por várias razões, o techno é visto pelo mainstream americano, e mesmo entre afro-americanos, como “música de branco”, mesmo que muitos dos seus criadores e produtores fossem negros.
# Na década de 90 houve uma rápida fragmentação entre techno e house. Produtores europeus seguiram uma linha mais experimental, influenciando-se pelo IDM, trance hardcore e jungle. O techno “puro” de Detroit permaneceu como um subgênero.
# Para conhecer mais, inclusive ouvindo trechos de música, visite o site http://www.di.fm/edmguide/. Ele traz informações (em inglês) sobre todos os gêneros e sub-gêneros da música eletrônica, inclusive com trechos de músicas.
Posted 1 year, 8 months ago at 10:08 pm. 0 comments
# O termo House vem de um antigo club de Chicago chamado “The Warehouse”. Ali, Frankie Knuckles juntava clássicos da decadente disco music (Donna Summer, Billy Paul, Diana Ross) com o novíssimo synthpop originário da Europa (Kraftwerk, Depeche Mode, New Order).
# Era o fim dos setenta e início dos oitenta. Videocassete, stereo system com duplo deck, videogame, walkman, computadores XT… A tecnologia invadia nossos lares. No mundo da música não foi diferente. Entra em cena uma novidade tecnológica até então desconhecida no mundo pop: a bateria eletrônica, principal instrumento da house music.
# A Roland era uma pequena companhia fabricante de instrumentos musicais. Lança duas máquinas que mudariam a música como conhecida: TB-303 e TR-606. A primeira era um basslines (gerador de linhas de baixo) e a segunda uma bateria eletrônica rudimentar. Absurdamente, essas máquinas estavam muito a frente de seu tempo e foram ainda subutilizadas nessa época.
# A evolução não parou e culminou com a bateria TR-909 e o sintetizador D-50, a “máquina” da house music. Em 1983 foi lançado o padrão de interligação de instrumentos musicais, o famoso MIDI. Entre outras coisas, ele permite disparar conjuntamente e sincronizar um monte de baterias e sintetizadores. A criatividade dos produtores e djs foi a mil. Observa-se uma característica essencial da ME: sua vinculação tecnologia. As grandes evoluções musicais eletrônicas sempre estão ligadas ao desenvolvimento tecnológico.
Posted 2 years ago at 2:43 pm. 0 comments
por Hugo Siqueira
(o Function! News é publicado mensalmente no portal gls www.paroutudo.com.br com informações sobre música eletrônica e afins)
Segundo a genealogia da música eletrônica, a disco virou house music, que se multiplicou em dezenas de subgêneros: deep house, mais calminha; progressive, com influências do trance; tech-house, com pouco vocal e as repetições do techno; tribal, caracterizado pelas batidas marcadas, como o próprio nome indica etc…
O tribal juntou-se aos vocais meio gritados das divas e serviu de impulso aos pescoços das drags. Criou-se a jogação e a bateção do cabelo! O nome bate-cabelo, carinhosamente - ou pejorativamente- denomina a música eletrônica “oficial” nas boites gays.
A conotação pejorativa se dá em função da fórmula fácil repetida exaustão. As letras tratam de uma volta por cima, uma fechação ou piranhagem. Ou são versões de hits pop em batidões tribal. Alguém aí falou em Whitney Houston?
Aproveitando o assunto, me perguntaram sobre a pronúncia de “tribal”. Em São Paulo, terra da meca “traiboul” The Week, a pronúncia é em inglês. O que s vezes soa meio pedante em terras candangas, onde vale mesmo o português, na forma em que se escreve.
Quer conferir alguns bate-cabelos clássicos? Procure no Soulseek, e-Mule ou afins: In The Ghetto - David Morales / On My Own (Thunderpuss Radio Edit) - Whitney Houston / Carolina Marquez - The Killer Song / Cha Cha Heels (Rosabel Big Room Vox) Rosabel & Jeanie Tracy / Armand Van Helden - Witch Doktor
Deixando o bate-cabelo e jogando o movimento para o ombrinho, sem perder o rebolado, sábado, dia 05, vale conferir os houseiros candangos Oblongui , Mr. Spacely e Nego Moçambique .
No domingo a pedida é conhecer o live act de Gui Boratto , na day party Skydelic. O produtor brasileiro de minimal estourou ano passado com a música Arquipélago, gravando pelos selos alemães Kompakt e Audiomatique.
A programação completa das baladas você sempre encontra na seção Jogação do portal Parou.Tudo e na seção Eventos, no Tuntistun.
The Six inaugura seu blog/podcast (www.seusix.blogspot.com). Gravado aos domingos, Seu Six, além de seis ótimas músicas, tem comentários e dicas do Pedrinho Tapajós. Você pode ouvir/baixar o primeiro programa aqui, ou cadastrar o feed “feeds.podcast1.com.br/seusix.xml”. Para quem tem i-Tunes basta ir em “Advanced / Subscribe to podcast” e colar o feed (sem http ou www).
Marcelo D2 estará em Brasília lançando sua grife “Manifesto 33 1/3”, no Brasília Fashion Festival. Não confundir o BFF com o CFW (Capital Fashion Week). Os dois eventos de moda racharam a cidade, mas a produção musical de ambos ficou por conta de Felipe Venâncio, já habitué dessas terras.
E por falar em D2, que mistura samba com hip hop, Sérgio Mendes, bamba da bossa-nova que se mandou para os EUA, mostra mais uma vez que enxerga longe. Em seu novo disco, Timelles, traz o Black Eyed Peas cantando “Mas Que Nada”. Claro, já ganhou vários remixes. O clip da música, apesar de clichezão, é delicioso. Se ainda não viu, assista aqui no YouTube.
Para quem gosta de New Order, prepare-se para ver a banda em novembro. Mas em Belo Horizonte, São Paulo e Rio. Ou Buenos Aires, para onde vão depois do Brasil. Veja info no site da banda.
Pra terminar: Quer saber o que mais aquele artista produziu ou remixou? O último lançamento da Kompakt? O Discogs - http://www.discogs.com - é um site em que se pesquisa música por artista, selo, nome do álbum etc. Oferece a discografia, tracklist, links e informações interessantes como outros nomes usados pelo artista (a.k.a.).
Glossário/links
a.k.a. – also know as (também conhecido como)
Feed – endereço para cadastrar o podcast, de forma que os novos programas sejam baixados automaticamente no computador do ouvinte, assim que disponibilizados.Kompakt – Selo (gravadora) alemão que congrega grandes nomes do minimal atual.
Live Act – É uma apresentação em que são usados aparelhos mecânicos ou softwares para produção e manipulação de sons e música, ao vivo.
Podcast – forma de divulgação de programas de áudio pela Internet. Os programas, gravados em qualquer formato digital (MP3 principalmente), ficam disponíveis em um servidor na internet para download (manual ou automático).
Samplear – Utilização de recortes de música na criação de outra.
Posted 2 years, 6 months ago at 11:49 am. 0 comments
Para saber mais:
Minimal - http://beatz.uol.com.br/index.php?itemid=2
EP/LP - http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_de_vinil
home studio - estúdio de som, doméstico, normalmente baseado num computador, em que softwares fazem os papéis de instrumentos, sintetizadores, mixers etc
hi-NRG - estilo da disco music, dos anos 80, mais eletrônica e pop (muito parecida com eurodance)
a.k.a. - also known as - usado para informar outros nomes ou pseudônimos. P.ex.: Plastikman (a.k.a. Richie Hawtin)