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MXSXK Opera

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This Album is the fifth act of MXSXK Opera’s.

01. Kendal Johansson // Blue Moon
02. Thieves Like Us // Never Known Love
03. Summer Camp // Ghost Train
04. Bob Hillary & The Massive Mellow // Hear Mi
05. Korallreven // The Truest Faith
06. Ariel Pink’s Haunted Graffiti // Round and Round
07. The Golden Filter // The Underdogs
08. Phantogram // Let Me Go
09. Mayer Hawthorne // Maybe So, Maybe No
10. Tame Impala // Solitude Is Bliss
11. Via Audio // Babies

*Photo credit: Hillary Boles

BFFFunction!

Coordenação Function! – Hugo Siqueira
Coordenação BFF – Paula Santana
Produção BFF – Fabrício Viana, Marcus Barozzi, Marina Junqueira e equipe BFF
Produção Musical – Hugo Siqueira
Pesquisa e Suporte Técnico – Marcos Paulo
Equipamentos – Top Sound
Operador de som – Fábio Costta
Produção de Texto – Hugo Siqueira
Webmaster Function! – Nivas Gallo
Programação Visual – TL – Tony Costa
Assessoria de Imprensa – Tátika Comunicação
Brasília Alvorada Hotel – Brasília – 14, 15 e 16 de novembro de 2008

BFFFunction! – BFF V – A Bossa é Nossa

Brasília sedia semestralmente o Brasilia Fashion Festival, maratona de moda de grandes proporções que projeta nacionalmente a produção local e traz à cidade expoentes da moda brasileira, sejam estilistas, jornalistas, editores, stylists, modelos etc. Eventos de tamanho porte devem permitir inter-relacionar a moda com outras atividades do saber e da cultura. Além de ser uma vitrine do que a região produz, tanto na moda quanto nas demais áreas contíguas, o BFF é também uma retribuição cultural e social à cidade, pois fomenta os agentes culturais locais que agregam maior público e mídia.

O Function! Podcast e o BFF iniciaram uma parceria (que já vinha sendo ensaiada) para garantir a qualidade e a curadoria musical dessa V edição, cujo tema foi “A Bossa é Nossa”. Para os dias dos desfiles foram produzidas 15 trilhas, três podcasts (com uma hora de duração cada), vinhetas e loops, além de diversos textos, resultados de extensa pesquisa sobre a bossa nova e demais referências dos desfiles. Tudo disponibilizado no hot-site BFFFunction!, no www.function.com.br/bfff

O Function! Podcast agradece a todos os amigos e envolvidos nessa gigantesca e prazerosa missão. Foi um trabalho de construção conjunta, em que a participação de todos permitiu que chegássemos a este resultado tão gratificante. Em especial, à Paula Santana, pelo convite e à toda equipe do BFF.

Hugo Siqueira
Function! Podcast

Hopper – Next Station – Minimal and Maximal

O DJ Hopper, aka Giulliano Fernandez, disponibiliza neste mês dois sets que trazem minimal, tech-house, electro, electrohouse… Os nomes são auto-explicativos: “Minimal” e “Maximal”.Â

Ambos são parte da série Next Station, desenvolvida pelo DJ em 2007. São os sets #07 e #08, respectivamente.

Ouça ou faça o download e escolha o seu preferido:

Minimal - Hopper @ Next Station # 07
Maximal – Hopper @ Next Station # 08

hopperdj@gmail.com // www.djhopper.com
SmartBiz for DJs booking: 11 3891 1441

Techstep e NeuroFunk – O que é isso?

Leia trecho do livro “Energy Flash” do jornalista Simon Reynolds (PICADOR ISBM 0-330-35056-0). Esse é o trecho onde ele conta como inventou o termo neurofunk, a história do surgimento do techstep e os conceitos por trás do estilo.

Texto original de Simon Reynolds
Tradução para o português a partir do original: André Elias (Akzel) para Fórum DNB Online O texto original pode ser encontrado no antigo site da No U-Turn: http://www.descendingangel.com/nou-turn/intrview/int_srey.html Read More…

Cologne: o que é isso?

(Texto: Jamille Pinheiro)

Cologne é a tradução em inglês de “Köln”, nome de uma cidade alemã. Em português: Colônia.

Sabe Chicago house e Detroit techno? Bom, Köln/Cologne/Colônia também tem um som tradicionalmente associado à cidade. É o que chamamos de novo techno minimal. As características principais vêm de 3 selos básicos: Profan, Studio 1 e Kompakt.

Nunca houve bafafá tão animado sobre o techno minimal no Brasil – nada além do eco de uma tendência generalizada chegando � s nossas pistas. Atrasado, mas chegando.

Em meados dos anos noventa, muito antes de tantos cases migrarem para o lado minimal da força, falar neste som era fazer clara referência a três núcleos básicos. Primeiro Detroit, com graças a pioneiros de primeira (Juan Atkins, Derrick May, Kevin Saunderson) e segunda leva (Carl Craig, Jeff Mills, Robert Hood, Richie Hawtin etc.). Também Berlim, pelo techno dubby e introvertido do Basic Channel e do seu sucessor, Chain Reaction.

Agora, � beira de 2005, se falamos sobre minimal na mídia ou em rodas de conversa, evocamos de imediato tudo que a estética sonora de Köln (Alemanha) – terceiro núcleo em questão, cuja raiz básica é o lendário trio de selos Studio 1, Profan e Kompakt – tem inspirado nos últimos anos.

Minimal dançante, afinal, virou sinônimo de escola de Köln e tomou o mundo pelas mãos de DJs como Ricardo Villalobos, Michael Mayer e Richie Hawtin. Mas, como já fica claro, é bem verdade que não apareceu ontem nem anteontem.

Leia matéria na íntegra: http://rraurl.com/cena/entrevista.php?rr_entrevista_id=1177

Em São Paulo muita gente está tocando. Chegou via o festival Sónar e pelas festas No Hay Banda, Mínima, Motronic e Magiclick. Na Europa, então, nem se fala. Já ficou até velha a história por lá, pelas mãos de gente como Villalobos, Reinhard Voigt, Steve Bug e Michael Mayer.

Monte seu cd

Antenor Simões Jr (21/01/2005)

http://blog.accomunica.com/


Não deixa de ser uma boa idéia: você passa numa lojinha, escolhe 10 músicas e em 10 minutos sai com um CD por R$ 10. É uma iniciativa de gravadoras menores, aquelas que mais sabem se virar.

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Crise da dance music?

Dando as costas para o toca-discos
Simon Reynolds – NY Times

Nos primeiros meses de 2005, duas das maiores bandas de dance music eletrônica lançaram seus novos álbuns: “Push the Button” do Chemical Brothers e “Human After All” do Daft Punk. Assim como no outono passado, com os lançamentos do Prodigy e Fatboy Slim, também não contaram com multidões correndo à s lojas ou uma recepção calorosa nas rádios. Read More…

Files – Fukai Remixed

Fukai Remixed é um dos álbuns mais crocantes da estaçãoJan Fjeld – O Pulso – 08.04.2004 Read More…

História – Música Eletrônica em BH

Os fios da história

Mesmo recente, a música eletrônica em Belo Horizonte tem trajetória que passa por várias vertentes da cultura pop, da black music � s festas pilotadas por DJs

Mariana Peixoto – O Estado de Minas Cultura Read More…

Música Digital – Embalada para Viagem

Diego Assis
Thiago Ney
Folha de São Paulo – 04.04.2004

“Hambúrguer, fritas, refrigerante. Aceita um download por 99 centavos?” Ficção? Num futuro bem mais próximo do que muitos imaginam, será assim que você irá comprar a sua música preferida. Read More…

Arquivos SB – Scratch Perverts

Tenda Movement – 03:00 as 04:30

Bruno Alexandre para lista BH Vibe e rraurl

Tony Vegas, Prime Cuts e Plus One são os conhecidos Scratch Perverts – um nome que se tornou sinônimo de Hip Hop e batalha de DJs, desde sua formação em 1996. Read More…

Tá tudo dominado

Hip Hop cresce no planeta, chega � praia, invade o cinema, dialoga com o pop e muda a música eletrônicapor Thigo Ney e Lúcio Ribeiro – Folha de São Paulo

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Nego Moçambique – Todo o poder do funk

Carlos Albuquerque, para o RIO FANZINE

O Globo, 11 de marco de 2004 (data da apresentação do Nego Moçambique no 00, club do Rio de Janeiro)

Silêncio. Este é o “som” preferido de Jesus. Ou melhor, Marcelo de Jesus. Ficar na sua casa, em Brasília, sem ouvir nada, com o som desligado, é com ele mesmo.

- Só que agora estou namorando uma menina que adora e entende muito de música – diz ele. – Por causa disso, tenho ouvido muito dub, dancehall e até rock latino.

Beleza. Afinal, quando Marcelo pára de ouvir o silêncio e começa a fazer barulho, tudo muda de figura. A começar pelo seu nome. Marcelo de Jesus vira Nego Moçambique, músico e produtor, cultuado nas melhores pistas do Rio e de SP graças ao seu som funky até a medula, capaz de fazer milagres com qualquer cintura dura.

Querendo conferir, na base do São Tomé, de ver para crer, ouça o disco que leva seu nome no título (lançado esta semana pela novata gravadora Segundo Mundo). Ou vá – vá! – ao show que o cara faz hoje � noite, no 00 (Gávea), dentro da festa Volume, dos DJs Duda M e Nado Leal.

Mas fique ligado: Nego Moçambique não é DJ. Seu show é um típico Live P.A., no qual se apresenta usando um sampler e um teclado.

- Para esse show, estou fazendo algumas músicas novas, a maior parte num bpm mais lento, que é para as pessoas dançar

Samba? That’s so last year

It’s a hit in Brazil’s slums. Now, thanks to a car ad and Fatboy Slim, Rio funk is about to sweep Britain.

At 4am our van turns off the main road and starts to climb a steep cobbled street leading to Formiga, one of Rio de Janeiro’s hillside favelas. We’ve been instructed to turn the van’s internal lights on so the drug gangs’ gunmen can see us properly. One passenger suggests flicking the headlights three times to announce ourselves. “Don’t do that,” says Speed. “In some favelas three flicks and you’ll be shot.”

Soon we’re above Rio’s middle-class towerblocks and into the altitudes of the city’s poor. A low thud-thud-thud gets louder until we reach our destination – a “funk ball”. Every weekend there are about 500 of these rave-like balls, almost all in favelas or poor suburbs. The music is called funk, but it’s not what a non-Brazilian would understand by that term. There are no over-produced hooks or soulful melodies. Rio funk is a crude collage of Miami bass and rap – a pared-down anti-music made on simple machines, with almost identical rhythms and tunes, no grace of delivery and shouted lyrics, predominantly crude and sexual. “Sex machine, I shag like an animal,” goes one popular tune. “I’m from Mesquita and I like it anal.”

A brief blast of Rio funk has now reached Britain by subterfuge: the music of the Nissan X-Trail ad, in which the car leads muddy runners through a concrete cityscape, is the opening of Quem Que Caguetou? by Tejo, Black Alien and Speed. The track has been winning radio airtime, Fatboy Slim is remixing a version and it is getting a full UK release this month with the title Follow Me Follow Me.

Rio de Janeiro is known as the city of samba and carnival, but to most of its young population for the past decade it has been the city of funk. Depending on who you talk to, funk is either Rio’s richest contemporary cultural movement or a dangerous ho

BH – Faculdade de DJ

A eletrônica chega à faculdade. Em parceria com a Estácio de Sá, a Filtro (primeira e, até hoje, única agência de DJs da cidade), criou a Escola de DJs. O curso de extensão vai durar três meses, as aulas começam já no dia 20 e vão até o início de junho, e vai abranger tanto a teoria quanto a prática da discotecagem. ?A pessoa vai sair de lá como um profissional?, afirma Tee, coordenador do curso e criador da Filtro.

O projeto surgiu em 2002 mas sofreu algumas modificações para sair do papel. O formato ficou em seis módulos (ver quadro), com aulas aos sábados (serão 80 horas/aula). Os professores são DJs do cast da Filtro: Léo Mille, Nedu Lopes, Menorah e o próprio Tee. Mesmo estando ainda no início, o DJ prevê ampliações para o próximo ano. ?Existe a possibilidade de aumentar o curso e começar com a parte de produção de estúdio?, adianta. O retorno deve vir rápido, ele acredita. ?Vamos fomentar novos consumidores, gente para comprar discos, para freqüentar as festas.?

Módulos do curso

HISTÓRIA DA MÚSICA ELETRÔNICA – 8 h
Dia 20/03/2004, de 9:00 Ã s 13:00 h e 14:30 Ã s 18:30 h

Ementa: O Surgimento do Termo “Música Eletrônica”, A Música Eletrônica
como Movimento Sócio-Cultural, Precursor

Motor Music (BH)encerra suas atividades

A Motor Music, de Belo Horizonte, encerrou por definitivo suas atividades. Mas o Eletronika e Sonar continuam, através da Sacode. Read More…

CDJ100 MK2

O equipamento, que representa a segunda geração da família CDJ 1000, se diferencia pela leitura rápida, maior fidelidade ao som vinil e novo design na função Jog Dial. Outro diferencial é o cartão de memória de 16MB que acompanha o produto.

Assim como o CDJ 1000, o CDJ 1000MK2 é de fácil manuseio. Entre as principais características do toca discos, estão tecnologia digital, função Master Tempo, memória Cue/Loop e Jog Dial mais suave, função que possibilita no CD o efeito do toque manual do vinil.

Os diferenciais do CDJ 1000MK2:

· Delay-free Scratching: quando o ponto Cue ou hot-cue de uma música é armazenado na memória para que se possa acioná-la e iniciar imediatamente scratch.

· Memória Cue: o ponto que é automaticamente fixado de

Bhangradesh – Come to my shop, my friend!

O bhangra nasceu no Punjab, nordeste da �?ndia e Paquistão, uma sincopada dança rural marcada por tambores dhol. O bhangra começou como uma dança para celebrar a colheita. No passado, esteve tradicionalmente restrita aos homens, mas hoje em dia as mulheres também participam. Os movimentos da dança têm sua origem na representação do arar, semear e colher. É uma dança enérgica, com vigorosos movimentos dos ombros e dos quadris. A batida é pesada e hipnótica, e é acompanhada por palmas, cantos e gritinhos. É comum os dançarinos formarem rodinhas, se revezando em pares para demonstrar sua fluência, virilidade e dotes acrobáticos dançando em seu centro.

O bhangra logo encontrou seu lugar em casamentos e outras celebrações. Se espalhou para fora do Punjab com a inclusão nos inúmeros filmes de Bollywood, e para fora da �?ndia com a afluência da diáspora indiana na Inglaterra. Surgiu como disco/house/worl

Mais Pontapé

Um remix do DJ inglês Carl Cox para a faixa “Pontapé”, do brasileiro Renato Cohen, está em primeiro lugar na parada da revista inglesa especializada em dance music “MixMag”

Batizada por Cox como “Just Kick”, a nova música mistura as batidas de “Pontapé”, hit nas pistas inglesas desde que foi lançada, há cerca de dois anos, com os vocais de outra canção, “It Just Won’t Do”, do DJ e produtor britânico Tim DeLuxe.

A mistura de elementos de duas músicas distintas para a criação de uma nova é conhecida, na Inglaterra, como bootleg ou bastard pop. Segundo o site da revista, o single deverá ser lançado ainda este mês.