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Posted 3 years, 2 months ago at 2:23 pm. 0 comments
O DJ Hopper, aka Giulliano Fernandez, disponibiliza neste mês dois sets que trazem minimal, tech-house, electro, electrohouse… Os nomes são auto-explicativos: “Minimal” e “Maximal”.Â
Ambos são parte da série Next Station, desenvolvida pelo DJ em 2007. São os sets #07 e #08, respectivamente.
Ouça ou faça o download e escolha o seu preferido:
Minimal - Hopper @ Next Station # 07
Maximal – Hopper @ Next Station # 08
hopperdj@gmail.com // www.djhopper.com
SmartBiz for DJs booking: 11 3891 1441
Posted 4 years, 8 months ago at 1:29 pm. 0 comments
Leia trecho do livro “Energy Flash” do jornalista Simon Reynolds (PICADOR ISBM 0-330-35056-0). Esse é o trecho onde ele conta como inventou o termo neurofunk, a história do surgimento do techstep e os conceitos por trás do estilo.
Texto original de Simon Reynolds
Tradução para o português a partir do original: André Elias (Akzel) para Fórum DNB Online O texto original pode ser encontrado no antigo site da No U-Turn: http://www.descendingangel.com/nou-turn/intrview/int_srey.html Continue Reading…
Posted 4 years, 9 months ago at 5:09 pm. 0 comments
(Texto: Jamille Pinheiro)
Cologne é a tradução em inglês de “Köln”, nome de uma cidade alemã. Em português: Colônia.
Sabe Chicago house e Detroit techno? Bom, Köln/Cologne/Colônia também tem um som tradicionalmente associado à cidade. É o que chamamos de novo techno minimal. As caracterÃsticas principais vêm de 3 selos básicos: Profan, Studio 1 e Kompakt.
Nunca houve bafafá tão animado sobre o techno minimal no Brasil – nada além do eco de uma tendência generalizada chegando � s nossas pistas. Atrasado, mas chegando.
Em meados dos anos noventa, muito antes de tantos cases migrarem para o lado minimal da força, falar neste som era fazer clara referência a três núcleos básicos. Primeiro Detroit, com graças a pioneiros de primeira (Juan Atkins, Derrick May, Kevin Saunderson) e segunda leva (Carl Craig, Jeff Mills, Robert Hood, Richie Hawtin etc.). Também Berlim, pelo techno dubby e introvertido do Basic Channel e do seu sucessor, Chain Reaction.
Agora, � beira de 2005, se falamos sobre minimal na mÃdia ou em rodas de conversa, evocamos de imediato tudo que a estética sonora de Köln (Alemanha) – terceiro núcleo em questão, cuja raiz básica é o lendário trio de selos Studio 1, Profan e Kompakt – tem inspirado nos últimos anos.
Minimal dançante, afinal, virou sinônimo de escola de Köln e tomou o mundo pelas mãos de DJs como Ricardo Villalobos, Michael Mayer e Richie Hawtin. Mas, como já fica claro, é bem verdade que não apareceu ontem nem anteontem.
Leia matéria na Ãntegra: http://rraurl.com/cena/entrevista.php?rr_entrevista_id=1177
Em São Paulo muita gente está tocando. Chegou via o festival Sónar e pelas festas No Hay Banda, MÃnima, Motronic e Magiclick. Na Europa, então, nem se fala. Já ficou até velha a história por lá, pelas mãos de gente como Villalobos, Reinhard Voigt, Steve Bug e Michael Mayer.
Posted 4 years, 9 months ago at 4:40 pm. 0 comments
Antenor Simões Jr (21/01/2005)
http://blog.accomunica.com/
Não deixa de ser uma boa idéia: você passa numa lojinha, escolhe 10 músicas e em 10 minutos sai com um CD por R$ 10. É uma iniciativa de gravadoras menores, aquelas que mais sabem se virar.
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Posted 4 years, 9 months ago at 4:22 pm. 0 comments
Dando as costas para o toca-discos
Simon Reynolds – NY Times
Nos primeiros meses de 2005, duas das maiores bandas de dance music eletrônica lançaram seus novos álbuns: “Push the Button” do Chemical Brothers e “Human After All” do Daft Punk. Assim como no outono passado, com os lançamentos do Prodigy e Fatboy Slim, também não contaram com multidões correndo à s lojas ou uma recepção calorosa nas rádios. Continue Reading…
Posted 5 years, 11 months ago at 3:36 pm. 0 comments
Fukai Remixed é um dos álbuns mais crocantes da estaçãoJan Fjeld – O Pulso – 08.04.2004 Continue Reading…
Posted 5 years, 11 months ago at 5:21 pm. 0 comments
Os fios da história
Mesmo recente, a música eletrônica em Belo Horizonte tem trajetória que passa por várias vertentes da cultura pop, da black music � s festas pilotadas por DJs
Mariana Peixoto – O Estado de Minas Cultura Continue Reading…
Posted 5 years, 11 months ago at 5:46 pm. 0 comments
Diego Assis
Thiago Ney
Folha de São Paulo – 04.04.2004
“Hambúrguer, fritas, refrigerante. Aceita um download por 99 centavos?” Ficção? Num futuro bem mais próximo do que muitos imaginam, será assim que você irá comprar a sua música preferida. Continue Reading…
Posted 5 years, 11 months ago at 3:37 pm. 0 comments
Tenda Movement – 03:00 as 04:30
Bruno Alexandre para lista BH Vibe e rraurl
Tony Vegas, Prime Cuts e Plus One são os conhecidos Scratch Perverts – um nome que se tornou sinônimo de Hip Hop e batalha de DJs, desde sua formação em 1996. Continue Reading…
Posted 5 years, 11 months ago at 10:16 am. 0 comments
Hip Hop cresce no planeta, chega � praia, invade o cinema, dialoga com o pop e muda a música eletrônicapor Thigo Ney e Lúcio Ribeiro – Folha de São Paulo
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Posted 5 years, 12 months ago at 4:52 pm. 0 comments
Carlos Albuquerque, para o RIO FANZINE
O Globo, 11 de marco de 2004 (data da apresentação do Nego Moçambique no 00, club do Rio de Janeiro)
Silêncio. Este é o “som” preferido de Jesus. Ou melhor, Marcelo de Jesus. Ficar na sua casa, em BrasÃlia, sem ouvir nada, com o som desligado, é com ele mesmo.
- Só que agora estou namorando uma menina que adora e entende muito de música – diz ele. – Por causa disso, tenho ouvido muito dub, dancehall e até rock latino.
Beleza. Afinal, quando Marcelo pára de ouvir o silêncio e começa a fazer barulho, tudo muda de figura. A começar pelo seu nome. Marcelo de Jesus vira Nego Moçambique, músico e produtor, cultuado nas melhores pistas do Rio e de SP graças ao seu som funky até a medula, capaz de fazer milagres com qualquer cintura dura.
Querendo conferir, na base do São Tomé, de ver para crer, ouça o disco que leva seu nome no tÃtulo (lançado esta semana pela novata gravadora Segundo Mundo). Ou vá – vá! – ao show que o cara faz hoje � noite, no 00 (Gávea), dentro da festa Volume, dos DJs Duda M e Nado Leal.
Mas fique ligado: Nego Moçambique não é DJ. Seu show é um tÃpico Live P.A., no qual se apresenta usando um sampler e um teclado.
- Para esse show, estou fazendo algumas músicas novas, a maior parte num bpm mais lento, que é para as pessoas dançar
Posted 5 years, 12 months ago at 12:30 pm. 0 comments
It’s a hit in Brazil’s slums. Now, thanks to a car ad and Fatboy Slim, Rio funk is about to sweep Britain.
At 4am our van turns off the main road and starts to climb a steep cobbled street leading to Formiga, one of Rio de Janeiro’s hillside favelas. We’ve been instructed to turn the van’s internal lights on so the drug gangs’ gunmen can see us properly. One passenger suggests flicking the headlights three times to announce ourselves. “Don’t do that,” says Speed. “In some favelas three flicks and you’ll be shot.”
Soon we’re above Rio’s middle-class towerblocks and into the altitudes of the city’s poor. A low thud-thud-thud gets louder until we reach our destination – a “funk ball”. Every weekend there are about 500 of these rave-like balls, almost all in favelas or poor suburbs. The music is called funk, but it’s not what a non-Brazilian would understand by that term. There are no over-produced hooks or soulful melodies. Rio funk is a crude collage of Miami bass and rap – a pared-down anti-music made on simple machines, with almost identical rhythms and tunes, no grace of delivery and shouted lyrics, predominantly crude and sexual. “Sex machine, I shag like an animal,” goes one popular tune. “I’m from Mesquita and I like it anal.”
A brief blast of Rio funk has now reached Britain by subterfuge: the music of the Nissan X-Trail ad, in which the car leads muddy runners through a concrete cityscape, is the opening of Quem Que Caguetou? by Tejo, Black Alien and Speed. The track has been winning radio airtime, Fatboy Slim is remixing a version and it is getting a full UK release this month with the title Follow Me Follow Me.
Rio de Janeiro is known as the city of samba and carnival, but to most of its young population for the past decade it has been the city of funk. Depending on who you talk to, funk is either Rio’s richest contemporary cultural movement or a dangerous ho
Posted 6 years ago at 10:58 am. 0 comments
A eletrônica chega à faculdade. Em parceria com a Estácio de Sá, a Filtro (primeira e, até hoje, única agência de DJs da cidade), criou a Escola de DJs. O curso de extensão vai durar três meses, as aulas começam já no dia 20 e vão até o inÃcio de junho, e vai abranger tanto a teoria quanto a prática da discotecagem. ?A pessoa vai sair de lá como um profissional?, afirma Tee, coordenador do curso e criador da Filtro.
O projeto surgiu em 2002 mas sofreu algumas modificações para sair do papel. O formato ficou em seis módulos (ver quadro), com aulas aos sábados (serão 80 horas/aula). Os professores são DJs do cast da Filtro: Léo Mille, Nedu Lopes, Menorah e o próprio Tee. Mesmo estando ainda no inÃcio, o DJ prevê ampliações para o próximo ano. ?Existe a possibilidade de aumentar o curso e começar com a parte de produção de estúdio?, adianta. O retorno deve vir rápido, ele acredita. ?Vamos fomentar novos consumidores, gente para comprar discos, para freqüentar as festas.?
Módulos do curso
HISTÓRIA DA MÚSICA ELETRÔNICA – 8 h
Dia 20/03/2004, de 9:00 Ã s 13:00 h e 14:30 Ã s 18:30 h
Ementa: O Surgimento do Termo “Música Eletrônica”, A Música Eletrônica
como Movimento Sócio-Cultural, Precursor
Posted 6 years ago at 10:25 am. 0 comments
A Motor Music, de Belo Horizonte, encerrou por definitivo suas atividades. Mas o Eletronika e Sonar continuam, através da Sacode. Continue Reading…
Posted 6 years ago at 12:10 am. 0 comments
O equipamento, que representa a segunda geração da famÃlia CDJ 1000, se diferencia pela leitura rápida, maior fidelidade ao som vinil e novo design na função Jog Dial. Outro diferencial é o cartão de memória de 16MB que acompanha o produto.
Assim como o CDJ 1000, o CDJ 1000MK2 é de fácil manuseio. Entre as principais caracterÃsticas do toca discos, estão tecnologia digital, função Master Tempo, memória Cue/Loop e Jog Dial mais suave, função que possibilita no CD o efeito do toque manual do vinil.
Os diferenciais do CDJ 1000MK2:
· Delay-free Scratching: quando o ponto Cue ou hot-cue de uma música é armazenado na memória para que se possa acioná-la e iniciar imediatamente scratch.
· Memória Cue: o ponto que é automaticamente fixado de
Posted 6 years ago at 11:59 pm. 0 comments
O bhangra nasceu no Punjab, nordeste da �?ndia e Paquistão, uma sincopada dança rural marcada por tambores dhol. O bhangra começou como uma dança para celebrar a colheita. No passado, esteve tradicionalmente restrita aos homens, mas hoje em dia as mulheres também participam. Os movimentos da dança têm sua origem na representação do arar, semear e colher. É uma dança enérgica, com vigorosos movimentos dos ombros e dos quadris. A batida é pesada e hipnótica, e é acompanhada por palmas, cantos e gritinhos. É comum os dançarinos formarem rodinhas, se revezando em pares para demonstrar sua fluência, virilidade e dotes acrobáticos dançando em seu centro.
O bhangra logo encontrou seu lugar em casamentos e outras celebrações. Se espalhou para fora do Punjab com a inclusão nos inúmeros filmes de Bollywood, e para fora da �?ndia com a afluência da diáspora indiana na Inglaterra. Surgiu como disco/house/worl
Posted 6 years, 1 month ago at 8:52 am. 0 comments
Um remix do DJ inglês Carl Cox para a faixa “Pontapé”, do brasileiro Renato Cohen, está em primeiro lugar na parada da revista inglesa especializada em dance music “MixMag”
Batizada por Cox como “Just Kick”, a nova música mistura as batidas de “Pontapé”, hit nas pistas inglesas desde que foi lançada, há cerca de dois anos, com os vocais de outra canção, “It Just Won’t Do”, do DJ e produtor britânico Tim DeLuxe.
A mistura de elementos de duas músicas distintas para a criação de uma nova é conhecida, na Inglaterra, como bootleg ou bastard pop. Segundo o site da revista, o single deverá ser lançado ainda este mês.
Posted 6 years, 1 month ago at 11:29 am. 0 comments
A imagem profética de uma nova atitude musical na cena brasileira atual chegou a público no inÃcio dos anos 90. Usando uma antena parabólica enfiada na lama como sÃmbolo do movimento Mangue Beat, os músicos das bandas pernambucanas Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A apontaram o caminho para a superação de uma polêmica que marcou a cultura nacional durante o último século: para dialogar com a música de outros paÃses, o brasileiro deve abrir mão de suas raÃzes? Misturando ritmos regionais, como o maracatu, a ciranda e a embolada, com hip-hop, funk e hardcore, além de eletrificar as cordas do tradicional cavaquinho, a resposta dos “mangue boys” não deixava qualquer dúvida.
A ação inovadora dos tropicalistas não impediu que o debochado Raul Seixas, um Ãcone do rock brasileiro, declarasse com ironia, em 1976: “Essa história de procurar raÃzes é uma bobagem. As únicas raÃzes que eu conheço são de amendoim e mandioca&qu
Posted 6 years, 1 month ago at 9:26 am. 0 comments
Num acordo entre a distribuidora Trattore e a Muquifo Records, as
compilações de música eletrônica “Comp 01/02 Orgânico/Sintético” e “Archive”, mixada pelo dj Erik Caramelo, voltaram agora à s lojas.
Dois anos se passaram desde o lançamento da Comp 01/02
Orgânico/Sintético pela Muquifo. Alguns dos artistas presentes na compilação tiveram uma grande evolução nas suas carreiras.
Renato Cohen ganhou status de produtor de techno reconhecido internacionalmente e sua faixa na compilação “Space is” virou hit nacional depois de ser incluÃda como trilha de um comercial dos aparelhos de som Toshiba Planet, dirigido por
Posted 6 years, 1 month ago at 7:15 pm. 0 comments
Tem horas em que a linha entre o louco/ridÃculo e o esperto fica muito tênue. Recém-surgida na lista de celebridades instantâneas de NY, a dupla andrew andrew veste roupas, sapatos e óculos idênticos no melhor estilo cientista de filme dos 1960s. Os dois dizem fazer de tudo – desde design até assar bolos, passando, é claro, pela profissão de DJ (e quem não é um, hoje em dia?). Tudo de maneira idêntica, claro.
A última sensação (ok, quase) são as iParties, festas que eles organizam toda quinta-feira e na qual são responsáveis pelas atrações musicais. Juntam um mixer, dois iPods com 1000 músicas cada e distribuem senhas que dão o direito a escolher e mixar a trilha sonora da festa durante 7 minutos. E se a pessoa for muito retardada, eles ainda ajudam a mexer na aparelhagem.
Claro que, como tudo que é muito democrático, não deve prestar muito (hohoho) mas dane-se – o hype está feito. Para participar, basta (além de pagar, óbvio), assinar um documento em que você se compromete a jamais revelar qualquer diferença que venha a ser notada entre os dois Andrews idênticos. Para não comprometer a “marca” e estragar a brincadeira.