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A encrenca do crack

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Category : Blog, Redux

“Raspa da canela do diabo” se espalha pelo país
Reportagem na Ilustríssima – FSP, 23.05.2010
LAURA CAPRIGLIONE e MARIO CESAR CARVALHO

Setenta por cento da cocaína apreendida no ano passado no Brasil se destinariam à produção de crack, segundo a Polícia Federal. Enquanto a droga se alastra pelo país em ritmo de epidemia, os usuários criam estratégias de sobrevivência e o marketing do tráfico investe no consumidor proveniente das classes C, D e E.

QUANDO A POLÍCIA APONTOU OS ROJÕES PARA O CÉU, para comemorar o sumiço da maconha do mercado em São Paulo, a pesquisadora Solange Nappo suspirou fundo: “Já vimos esse filme antes”.

A maconha sumiu, de fato. A velha lei da oferta e da procura fez o preço subir às alturas de R$ 5 por grama, em vez dos estáveis R$ 2 em vigor praticamente desde o início do Plano Real, em 1994. Segundo a polícia, a escassez deve-se ao reforço da fiscalização e da repressão na fronteira com o Paraguai.

Solange, que trabalha na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), dá outra explicação. “Os traficantes já fizeram isso nos anos 90, quando enxugaram a maconha das bocas, para forçar a entrada do crack. O menino ia comprar um baseado e saía com pedras.” Tudo mudava a partir daí. Nascia a Cracolândia.

A história remonta ao começo dos anos 90, no Hotel Copa 70, no meio da Boca do Lixo paulistana, onde um traficante de cocaína conhecido por “Chulapa” (homenagem ao jogador santista Serginho Chulapa) fez o primeiro teste de mercado, ensinando a alquimia da transmutação de pó em crack.

“O Copa, que já era de alta rotatividade, virou uma loucura”, lembra o português T.S., que foi dono de um hotel na redondeza. “Um trazia a televisão para trocar por droga, outro o micro-system, outro aparecia com a máquina de costura da mãe. Um mercado persa.” Quando Chulapa foi assassinado, uns três anos depois, o crack tinha ganhado todas as ruas em volta.

DOMESTICAÇÃO
Na Bela Vista, bairro central de São Paulo, as bocas já se recusam a vender só maconha. Quem quiser, é maconha mais crack. Cinco gramas de maconha vêm num saquinho com cinco pedras. Preço mínimo: R$ 50.

A associação crack-maconha é a mais recente jogada do marketing das drogas. Tem até nome o cigarro de maconha com lasquinhas de pedra: “pitilho” ou “píti” (por ironia, a pronúncia é igual à palavra “pity”, compaixão em inglês).

Com o “píti”, o crack parece ter sido domesticado, embora o potencial de adição seja o mesmo da droga pura. Para fumá-lo, não é preciso improvisar cachimbos com latas de refrigerante, energético ou Yakult, como se faz com o crack. Ou até em tubos usados de pasta de dentes. (Diante de um desses apetrechos, o artista belga René Magritte talvez reconsiderasse sua frase mais famosa e dissesse: “Isto é um cachimbo”.)

Misturada à maconha, o crack, atenua a paranoia -o seu efeito colateral mais perigoso. Acalma o usuário. Evita que entre em brigas. Combate o estigma de droga maldita, que afasta do crack até os “malucos” em busca de novas experiências.

“Ninguém imagina que vá começar a andar como um zumbi se fumar um baseadinho com crack”, diz o músico M., 38 anos, há cinco transformado, ele próprio, em zumbi da cracolândia paulistana.
Como a lata que lhe serve de cachimbo esquenta muito durante a combustão, M. tem a boca transformada numa grande ferida. Queimaduras infeccionadas. Pelo menos até a cicatrização, ele promete usar apenas o “pitilho”.

TUIIIIIIIIIM
O crack é a cocaína na sua forma mais destrutiva. Mas ainda é cocaína. A diferença é a forma de administração. Os cheiradores expõem apenas alguns centímetros quadrados de mucosa (a do nariz) à absorção do princípio ativo da cocaína, a molécula benzoilmetilecgonina ou éster do ácido benzoico. Do nariz, a substância vai para a corrente sanguínea, para só então chegar ao cérebro.
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Reduco de Danos: Usando drogas ili­citas

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Category : Blog, Redux

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Atencao : Esta e uma campanha de Reducao de Danos, uma estrategia que respeita a liberdade do individuo ao subsidiar suas escolhas. Seu objetivo nao e apoiar ou incentivar o uso de substancias ilicitas, e sim fazer com que as pessoas sejam informadas sobre que riscos correm e como diminui-los.

As pessoas sao diferentes e reagem de diferentes maneiras a diferentes drogas, em diferentes momentos. O tipo de droga, a quantidade e a qualidade, o teu estado de espirito, a constituicao fisica, a alimentacao ingerida, o ambiente e a companhia, influenciam a experiencia.

As drogas e o alcool podem dar uma sensacao de satisfacao ou felicidade, mas esse efeito e transitorio. Os problemas estarao ali quando passar o efeito e voce estara mais debilitado para lidar com eles, nao se esqueca disso.

Lembramos que a posse, guarda, venda ou doacao de substancias ilicitas expoem o usuario ou portador da substancia as sancoes penais de acordo com a legislacao em vigor.
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Reducao de Danos: GHB

Category : Blog, Redux

ghb

O GHB (gama-hidroxibutirato) e um depressor do sistema nervoso central. Produzida em laboratorio, tem outras versoes analogas, como o GBL – gama butil-lactona, BD – 1,4 Butanodiol, GHV e GVL, que possuem estruturas quimicas semelhantes e produzem efeitos similares, sendo usados como substitutos.

Embora o GHB e seus analogos tenham diversos usos na industria, principalmente como solventes, o consumo humano nao Ãepermitido (exceto em raros casos, sob supervisao medica). A posse, guarda, venda ou doacao de GHB esta sujeita as penalidades previstas no codigo penal brasileiro e estas variam de contravencao a trafico.
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